A Nova Terra é construída por indivíduos e cada um de nós pode colocar seu tijolinho nesse processo. Esse o tema do Papo Solto, e sempre animado, que o Juliano Pozati teve com Mônica de Medeiros e Margarete Áquila, sobre o tema do IV Congresso do Círculo, que acontece dia 9 de julho, das 9h às 20h, no World Trade Center (Av. das Nações Unidas, 12.559), em São Paulo (SP) ou online e ao vivo.
Mônica e Margarete também são professoras do Círculo e dirigentes da Casa do Consolador, centro espiritualista em São Paulo, que completou esse ano 30 anos de trabalhos sociais e espirituais. E cada ingresso do Congresso representa a doação de uma cesta básica para as obras de socorro social da casa que atende mais de 3 mil famílias mensalmente, além da população de rua, comunidade e animais.
Essa papo é apenas uma prévia do que vai acontecer no IV Congresso e Mônica e Margarete deixam seu recado e convite:
“Para mim o Congresso deste ano tem um significado mais amplo, pois vai reunir pessoas que estão de fato voltadas a criar a expansão de consciência. Meu tema será Tijolos da Nova Terra porque quero falar que não se constrói uma nova terra com ruas de ouro e palácios de cristal. Se constrói com tijolos e o que prende esses tijolos uns aos outros é a argamassa de um ideal maior, a esperança que temos de que algo de fato ocorra para que vivamos melhor como civilização.” Mônica de Medeiros
“Vou levar ao Congresso a experiência, o sentir através da arte. Estou montando uma experiência dessa subida de consciência, que a gente possa estar num estado de despertar e tocar esse significado, propósito e vontade de se envolver no projeto de uma Nova Terra.” Margarete Áquila
O conceito de egrégora tem uma história fascinante. A palavra vem do grego egrēgoros, que significa “vigilante” ou “aquele que acorda”. Ao longo dos séculos, essa ideia viajou de textos antigos e misteriosos até salas de reunião corporativas e terreiros, mudando drasticamente de significado. Veja como as principais correntes de pensamento definiram e transformaram esse conceito ao longo do tempo.
No episódio com Felipe Savietto, o Café do Chico – Conversas da Alma ganhou o tom das travessias que não acontecem apenas no mapa. Psicólogo e mochileiro por escolha, Felipe trouxe uma conversa sobre deslocamento, identidade, escuta e coragem — dessas que não cabem num roteiro turístico, porque falam de jornadas interiores.
Algumas conversas não acontecem apenas entre duas pessoas. Elas parecem atravessadas por algo maior — um campo de sentido, uma inteligência invisível, uma espécie de costura fina entre destino, propósito e serviço. O episódio do Café do Chico com Marcial Conte Jr., editor executivo da Citadel Grupo Editorial, teve exatamente esse sabor.