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Contato com o mentor espiritual, com Joyce Eliza

Quando entramos no caminho espiritual muito se ouve sobre o trabalho dos mentores. Alguns são bem conhecidos, como Emmanuel, mentor de Chico Xavier, que deixou extensa obra em livros. Mas, já pensou sobre o seu mentor pessoal? Quem é ele? Como se comunicar com o seu mentor de forma mais consciente? Ele está sempre com a gente?

Essas são apenas algumas perguntas que a professora convidada do Círculo, Joyce Eliza, responde em uma aula aberta em nosso canal do YouTube.

“Existe uma lei cósmica que prevê que cada ser encarnado na Terra tem um mentor espiritual. Isso faz parte do formato que vivemos nesta terceira dimensão para nos ajudar nessa jornada”, explica.  

Joyce é mentora de autoconhecimento e espiritualidade, com foco no público feminino, e seu trabalho acontece através do canal Despertar com Joyce Eliza, no YouTube; do Portal Luminescência e do perfil no Instagram @despertar_comjoyceeliza, além de mentorias individuais.

Ela conta que na trajetória de conexão com o seu mentor, recebeu a seguinte mensagem em um momento da vida: “Sua missão na Terra é compartilhar o que está no seu coração”.  Esse recado foi um grande desafio que transformou sua forma de viver e assim ela vem cumprindo a missão.  Joyce ensina que todos podemos buscar um contato mais próximo com nosso mentor e o principal é observar que as mensagens vêm como uma “sugestão sutil e amorosa acessada através do coração”. 

Recentemente, Joyce teve acesso a imagem original de seu mentor pessoal, por meio de um trabalho de psicopictografia (pintura mediúnica). Nesta aula, ela nos surpreende mostrando não apenas o seu mentor, mas muitos outros seres estelares que guiam e orientam seres humanos rumo a evolução consciencial 

Conheça um pouco mais sobre Joyce Eliza nesta entrevista

CÍRCULO – Quem é Joyce Eliza?

Joyce Uma buscadora, questionadora. Desde pequena desafiava os professores da escola quando dizia na frente de todos que discordava de alguma coisa. A mais velha de quatro irmãs, neta de italianos e alemães. Vivi a primeira infância no Brasil e a segunda na Itália durante cinco anos. 

Voltamos ao Brasil onde permanecemos por alguns anos e depois nos mudamos para os Estados Unidos, onde moramos por seis anos. Os onze anos fora do Brasil renderam profundas experiências de vida e muitos aprendizados. Foi uma vida difícil. Ao contrário do que muitos pensam, não foi “chique” ser imigrante em dois países diferentes. Passamos por dificuldades financeiras e trabalhamos muito. Nos Estados Unidos, trabalhei como faxineira de casas e vendi flores no sinal em um dos momentos de maior dificuldade que passamos. 

Hoje, casada com o André e mãe de três filhos lindos, Luis, de 18 anos, Isabela, 6, e Aurora, 2, sou mentora de autoconhecimento e espiritualidade focada no público feminino. 

CÍRCULO – Como a espiritualidade entrou na sua vida?

Joyce – Desde os cinco anos de idade, quando sofria perseguições espirituais. Aos sete anos já frequentava centros espíritas com meus pais. Devorava os livros dos centros!

CÍRCULO – Como era seu trabalho antes do despertar?

Joyce – Por volta dos 22 anos ingressei no mercado de trabalho e tive meu primeiro emprego em uma empresa de exportação, por falar quatro línguas – inglês, italiano, espanhol e português. Fui mandada embora com pouco menos de um ano de empresa por não me adequar ao perfil. 

Logo em seguida ingressei em uma empresa italiana do ramo do café verde. Permaneci nesse mesmo ramo durante sete anos. Paralelamente, havia me formado em Relações Internacionais, mas nos bastidores fazia outros cursos como Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa, Bambuterapia, Fitoterapia, Alfagenia, Bioenergia, Projeção Astral, Astrologia, entre outros. 

No ano de 2012 já trabalhava na filial direta da empresa italiana de café no Brasil, o que foi para mim a realização de um grande sonho. Nessa fase estava no ápice: tinha um excelente emprego, ganhava bem, tinha alugado meu primeiro apartamento, estava prestes a me casar… Por outro lado, tinha uma rotina de trabalho estressante. Subia e descia para São Paulo todos os dias, somando inúmeras horas no trânsito e metrô. 

CÍRCULO – Você teve um momento de virada (turning point) em relação a expansão da consciência?

Joyce  Foi nesse momento de “ápice” que comentei na pergunta anterior que tive o despertar para a minha verdadeira missão de alma. Sentia fortemente que meu caminho era completamente outro e a partir disso comecei uma busca incessante pelo autoconhecimento. Minhas mediunidades começaram a aflorar, as projeções astrais lúcidas voltaram com experiências impressionantes. Até que, num dia comum, enquanto lia um livro, senti uma sensação diferente. Uma leveza e um torpor nas mãos me relaxaram e uma forte vontade de escrever tomou conta de mim. Quando vi, estava psicografando uma carta do meu mentor espiritual. Dentre tantas outras coisas, ela dizia que a minha missão era simplesmente a de compartilhar o que tinha no meu coração. 

CÍRCULO – Como você se conecta com seu poder feminino e como orienta as mulheres, em especial, que também buscam ampliar essa conexão?

Joyce – O autoconhecimento sem dúvidas, me mostrou que possuo naturalmente uma conexão com o feminino, com as artes e a beleza. Quando descobri isso, a conexão se firmou mais. Sinto que a dança, a música, o contato com a natureza, o autocuidado, o prazer pela vida, a conexão com as mulheres da minha família, fortalecem ainda mais meu poder feminino. 

CÍRCULO – Como avalia que seu trabalho e vida hoje contribuem para a transição planetária?

Joyce – Me sinto no caminho junto a todos os outros companheiros de jornada. A sensação é de que juntos formamos uma grande rede de luz e conhecimento, mesmo sem termos total consciência disso. É lindo fazer parte da transição do planeta e poder contribuir.


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