O grupo bem sucedido é o resultado da soma (LAB 11)

Participantes: Adriana, Alicia, Fernanda, Juliana, Juliano, Larissa, Mônica, Rene, Simone
Data:
11 de novembro de 2020

COMUNICAÇÕES

Larissa conduz a oração de abertura.


Egrégora (psicofonia Mônica): Meus queridos, boa noite! Vamos hoje continuar testando a psicofonia, a mentalização. Precisamos ativar a sensopercepção, então, não tenham receio e falem aquilo que estiverem com vontade, não segurem, tá certo?

Rene: Tenho a impressão de estar vendo um monte de escada em espiral, subindo, como se fosse uma biblioteca.

Juliana: Confirmo

Rene: Na última reunião de Harmonia, fiz a sintonia no final e usei a imagem da ponte de arco íris também para sintonizar com a egrégora. Muita gente teve a sensação de terem luzes os acompanhando. Uma pessoa teve sensação de estar escaneando, outra teve sensação de que as luzes estavam no quarto. Achei interessante.

Alicia: Veio à minha mente de que apoiamos essas iniciativas de sintonia para os alunos, desde as boas vindas no curso, como prática de exoconsciência. Em todos os espaços de interação entre os alunos, eles são permeados pela prática da exoconsciência.

Simone: Uma dúvida: quando a gente assina uma mensagem (psicografia, ou conversa mental), isso seria mais uma tradução do nosso inconsciente como uma leitura do campo, e a gente nomeia com alguma entidade a quem vemos semelhança na comunicação? seria mais uma leitura de campo ou é um relacionamento com alguém mesmo, um espírito que está na casa mesmo, outra consciência, e fala com você mesmo?

Juliano: Eu acho que é um pouco de cada coisa.

Alicia: É, eu entendo a não-localidade e as linhas de pensamento. Talvez uma linha de pensamento tenha um nome, para você identificar essa linha, tipo, pode ser uma linha de pensamento que se chama “Olívia”, mas não necessariamente Olívia como uma pessoa, não como um indivíduo, mas sim a gente se conecta àquela linha de pensamento e ali existem milhares de seres também conectados.

Simone: Ou seja, a frequência daquele nome.

Juliano: O nome é a grife da linha de pensamento que você está acessando.

Fernanda: Como se fosse a chave para você acessar aquela linha de conhecimento. O nome seria um signo sinal, tipo “vou ligar para a Fernanda”.

Simone: E aí a diferença desse tipo de contato que falamos agora para um contato aqui, nessa experimentação, na prancheta, no Lab? Tipo, é O General, aquele que viveu aqui? Ou é uma inteligência também à qual ele está conectado?

Juliano: Eu sinto uma diferença, certas comunicações são muito de pessoa para pessoa. Porque senão fica muito abstrato. Agora, quando falamos egrégora do Círculo, quando estamos cocriando, trabalhando, nos processo de criação, escrevendo material de campanha e tudo mais.. cara, não é uma pessoa, é um monte

Simone: É um acesso ao plano das ideias, né?

Juliano: Por exemplo, é a diferença entre escrita automática e psicografia. Parece o mesmo processo, mas não é. Escrita automática você está no campo, você está acessando informações, pegando AM, FM, tudo. Agora, na psicografia, é uma mensagem. Eu acho que é tudo junto e misturado, sabe? Ou então pega no tranco em uma e depois vai para outra, enfim.

Alicia: A chave está na consistência ao longo do tempo. Às vezes a gente fica tentando ter um contato com alguma pessoa em especial, e por aí está pensando só no nome da pessoa e não no conteúdo da mensagem. Talvez focar no conteúdo das mensagens ao longo do tempo para que o nome seja consequência, ou até para poder registrar essa presença energética, que talvez seja mais importante do que o registro do nome da pessoa. A mensagem em si.

Juliano: A Élida, quando chegava na reunião lá em BH, ela chegava e eu, Luiz, Natália e Mateus começávamos a chorar compulsivamente. Quando ela terminava de falar, todos voltavam, paravam em um estalo. Era arrebatadora a presença dela. Teve uma Oficina de Mediunidade que ela veio e, nossa, foi uma choradeira, era um dia de perdão.

Fernanda: Eu acho que pode ser também captar essas linhas de pensamento, mas em algumas ocasiões pode ser a gente usar desses artifícios pelo medo que temos de nos expressar como somos em essência. Às vezes fica mais fácil achar que o outro me aceitar se eu trouxer – isso tudo de maneira inconsciente – uma mensagem de alguém para que vocês aceitem melhor meus próprios pensamentos do que expressá-los sendo originados de Fernanda

Rene: Até porque, para acessar, você tem que sintonizar com a informação que você tem dentro de si, e aí vai conectar com aquela frequência e trazer a informação.

Alicia: A minha leitura, neste momento, em relação a isso é que, muitas vezes, as mensagens precisam dormir. Não ler as mensagens no fervor do presente, deixá-las decantarem e, depois, voltar a ler e “olha, aqui sim, olha só o que eles estavam falando”. Têm mensagens de 2017 que fazem muito sentido no dia de hoje. Por isso que o Diário Espiritual é uma ferramenta muito forte.

Juliana: Eu também recebo assim, Si, com nomes que às vezes não têm nada a ver. Uma vez escrevi “Manuela”, e quando teve uma reunião inicial aqui com o Ju, e aí veio a minha egrégora e ela falou “quando eu cheguei você captou meu nome, quando eu estava chegando”. Vem sempre o nome antes, tipo um sinal vibratório. Acho que pode ser a entidade ou pode ser a egrégora com que estamos conectados.

Juliano: Não é muito difícil de entender, tem mais de 200 artigos no Círculo assinados como “Juliano Pozati” e é a “egrégora encarnada da Pozati”. A Alicia, a Grazieli, a Simone, a Carol, é tudo “Juliano Pozati”! (risos)

Alicia: Agora a Fefa também, porque os e-mails agora são “Juliano Pozati” também. (risos). Aliás, isso ilustra bem.

Juliano: É o ponto que a gente fala, esse Juliano que a gente usa para o trabalho, eu também uso esse Juliano, essa persona que estamos construindo juntos. Uma vez a Olívia falou que ela coordenava os projetos pedagógicos, aí a gente brincou “ah, então você é a chefona lá?”, e ela “Não existe esse tipo de hierarquia aqui, pois isso não faz sentido para nós”. Tipo, passou um facão na gente. (risos) Existe uma marca chamada Olívia. Existe uma mulher, mas também é uma marca de toda a equipe que trabalha com ela.

Rene: Eu acho que, sobre a Élida, aquilo é a presença do espírito ali mesmo. Com um conhecimento, expansão de consciência tão grande, onde as verdades que ele já deliberou a respeito, elas meio que se diluem no mar do inconsciente coletivo ou num campo de informação bem maior e, talvez, no futuro as pessoas acessem esse campo e depois deem um nome. Acho que dependendo da atuação dele, aquilo se torna parte do campo e vai sendo acessado como se fosse um arquétipo mesmo, sabe? Igual Jesus, grandes espíritos, que você consegue acessar como se fosse ele, mas não é ele, é o campo que você está acessando.

Alicia: Essa é uma boa sacada para resolução de problemas, né. Você nomeia um mentor e tipo, por exemplo “o que o Érico Rocha (meu mentor) faria nessa situação?”

Simone: Nossa, super faço isso também.

Alicia: É ferramenta do dia a dia mesmo. A gente fala “O que a Olívia faria?”. Primeiro, o que você faria, e depois, se você não sabe, o que tal pessoa faria?

Simone: É. Ou se você está em uma área sensível sua, você pegar a referência pensando em uma pessoa que têm super forte aquele aspecto. Novos repertórios.

Alicia: Eu descobri o que significa 11:11. Tenho uma amiga numeróloga cabalística e ela explicou que se você olha no relógio e é 11:11, ou se você nasceu nesse dia, ou se, enfim, esse número vem para você, significa expansão espiritual.

Simone: E foi sem querer o horário da live do canal ser 11:11?

Juliano: Para nós, foi. Completamente.

Egrégora (psicofonia Mônica): 11:11 é também como se fosse um portal. Imagina 4 portas que estão fechadas…a partir do momento que você gira elas formam 11 11. Então é como se fosse um acesso, um momento naquele espaço-tempo onde é feita uma conexão. E quando a pessoa fica com isso, bate o olho e essa sincronicidade acontece, é para que a pessoa realmente faça essa conexão porque existe ali um momento propício. E precisamos de momentos assim para poder atuar nas cabecinhas fechadas, né.

E da mesma forma que vocês estão conversando aqui, estamos observando, do nosso lado e vendo que interessante que é o processamento para quem está na 3D, no espaço-tempo limitado. Porque enxergamos as coisas de outra maneira, como se fosse uma malha. Então é um fluxo que você acessa e precisa de um endereço, um nome para validar essa informação. Quando você faz parte desse fluxo, isso se torna natural e não precisa mais ficar nomeando, que aliás, está aí para todos. Alguns têm mais facilidade, mas todos têm capacidade.

Está sendo muito rica essa troca entre vocês. Cada um trazendo uma reflexão, um posicionamento. E vocês veem que não precisam de muletas, né. Basta se conectar, raciocinar, que vem de forma ou outra a resposta que você precisa, uma resposta para um problema. Como agiria, ou outra pessoa agiria, é tudo maneira de se conectar àquele conhecimento. Então, acostumem-se a abrir a sensopercepção, trazer para si e compartilhar. É muito importante essa troca, onde a gente se percebe e toma para si aquela verdade.

Então agora vamos fazer um exercício, como se estivéssemos escaneando mentalmente cada um dos aqui presentes. Vamos formar aqui um acesso ao plano mental das ideias que está aqui nessa reunião hoje. Vamos então imaginar que temos tentáculos que nosso cérebro, nossa mente, nossa consciência consegue se expandir através desses tentáculos. Ela vai se infiltrando, acessando, se misturando com um plano mental próximo ao seu…e ali a gente pode ir percebendo sensações, angústias…e ao mesmo tempo ir aliviando. Você, com o olhar de quem está fora consegue ir amenizando, dizer “está tudo bem, tudo certo”.

Vamos baixando a guarda mental, nos conectando ao plano mais alto. Vamos aproveitar essa energia que foi canalizada para cá hoje, para que a gente possa se beneficiar deste momento, como se fosse 11:11, onde os portais estão abertos, onde as mentes se abrem e existe uma troca gratificante, existe um ‘preencher’ daquele tanque que está vazio. Existe preencher de ar puro o pulmão que precisa dessa troca gasosa e energética e assim a gente vai se expandindo e vai tomando conta do planeta. E esse bem-estar que estamos sentindo se expande e abrangendo todo o planeta ele consegue trazer conforto para as pessoas que neste momento estão com dificuldades, passando por momentos em que não veem saída…mas como a gente está de fora, como a gente tem mais tranquilidade a gente pode, com o nosso pensamento falar “tá tudo bem, isso é só uma impressão do aqui e agora. O universo é muito maior do que isso”.

E com essa sensação de transitoriedade, de tempo que não é tempo, a gente se aceita e se vê muito maior do que aquilo que achamos que somos. Porque nós integramos, da mesma maneira que estamos mesclados em nossas consciências neste momento aqui, agora. Coloquemos então nossas necessidades, nosso desejo de aprendizado, para que se abra neste momento a sensopercepção, para que se capte aquilo que estamos buscando, porque a resposta está acessível…aliás, cada um de vocês, cada um de nós, é um poço de informações, é um repertório gigantesco de várias vidas. Então esse mergulho interno também é importante. Buscar lá dentro, no meio do meio do meio de nós as verdades que acessamos.

Ainda que esse espaço-tempo possa restringir aquilo que é muito maior, ainda assim podemos nos beneficiar e principalmente trazer tranquilidade. Porque a gente percebe que isso aqui é um infinitésimo de tempo, de expressão, que tudo passa e que esse momento é fugidio, é um piscar de olhos perante a eternidade. Com isso a gente se fortalece, passa a admitir realidades paralelas, que somos o que somos…porém somos muito mais. E sendo assim não importa ter tanta regra, tanta restrição.

As crianças que agora chegam já vem com esse preparo, com essa guarda baixa, de quem já vivenciou muitos séculos aqui neste planeta. Incomodados com as brigas, com as perseguições, com os duelos…para as novas crianças não existe duelo. Existe o outro, que deve ser respeitado assim como eu, porque ele é meu espelho, e isso muda tudo. Então vamos trazer este conceito aqui, para este espaço. Vamos nos respeitar como seres e consciências muito maiores do que estamos neste momento. Permita-se se expressar, permita-se compartilhar, porque a mente, o cérebro, precisa verbalizar, precisa dessa troca, precisa da validação do outro.

Alicia: Quando falou “Permita-se expressar, permita-se compartilhar, permita-se colaborar”, senti que foi um comando deles porque transmutou meu estado mental na hora.

Adriana: Eu também. Na semana passada eles disseram que a gente estava perdendo dicas. Falaram pistas, dava a entender que estão soltando dicas.

Alicia: Vocês perceberam em relação ao que estávamos falando? Falamos que somos em dez e que representamos e falamos pela entidade “Juliano Pozati”. E daí a gente falou da chave para acessar, que é “O que o Juliano Pozati faria?”. Então, se pensarmos assim “quero acessar a linha de pensamento da Olívia. O que a Olívia faria?” Daí eu acesso essa linha de pensamento. É a chave para entrar naquela corrente naquele mundo das ideias, naquela estação.

Fernanda: Isso (o exercício conduzido) veio como uma forma da gente criar essa conexão.

Alicia: Você vê o seu mental primeiro, e a chave de acesso seria “O que o William Walker faria?”. O que o seu mentor faria se fosse você? Como ele agiria, como responderia?

Simone: Todo mundo pôs o celular no modo avião? Porque escreveram aqui na mesa “Modo avião, gente”.

Rene: Deve ser pra gente! (risos)

Larissa: Pra gente se concentrar. Mas essa é uma discussão que já tivemos várias vezes sobre essa questão de entrar no campo. Tipo, o campo, ele é uma matriz estruturante, uma forma, ou ele é um foco consciencial que você dá para um oceano infinito?

Fernanda: Acho que são os dois.

Larissa: É, a gente também concluiu isso.

Rene: Acho que é a matriz, e você tem que dar o foco.

Alicia: Mas uma coisa que os Foy falavam é que eles batiam papo. Então eles não ficavam só brisados. Tem reunião que vamos estar em transe e outras não.

Juliana: Sim, mas eles tinham dois médiuns que ficavam totalmente em transe e nem percebiam nada, desde sempre.

Fernanda: Lembra que na primeira reunião a gente perguntou da função de cada um, eles falaram que sim, que cada um teria uma função, mas não havia nada definido ainda.

Juliana: Eu acho que vai ser diferente em relação aos Foy, como não temos médiuns de transe profundo.

Fernanda: Ainda não, mas temos fortes candidatos.

Alicia: Eu não sei se o transe profundo é tão necessário.

Rene: Eu acho que tem uma diferença da sintonia para a parte da comunicação e cocriação. Acho que a gente tem que ter algum foco no momento, senão você não se conecta às ideias.

Juliana: O transe acho que permite essa conexão sem foco. Não é necessário o transe, mas quando não tem, exige-se mais foco da gente.

Alicia: Mas por mais que não estejamos brisados, sinto um fluxo de ideias fluindo muito forte, sabe? Isso é um exercício de cocriação exoconsciente.

Rene: É, mas da mesma forma, qualquer comunicação tem que ter uma conexão, né? Uma estrutura, senão você não se comunica, independente de estado de espírito. Eu ainda não entendi aquilo que você falou sobre primeiro se conectar com o seu mental e depois com o mental do outro.

Simone: É porque é de acordo com o seu mental, com o que você tem de material no seu mental, que eles vão trabalhar.

Rene: Não, a Alicia falou “o que eu faria” e depois pensar “o que o outro faria”.

Alicia: É uma técnica de coach, que diz que se você pergunta algo a si mesmo e a resposta vier “não sei”, aí é uma técnica para sair do “não sei” é você pensar “o que tal pessoa faria nessa situação?”

Rene: Ah, eu não pergunto para mim antes?

Simone: Pergunta, isso é depois que se esgotou as suas possibilidades, ou em situações que você sabe que são sensíveis pra você e que geralmente tem dificuldade.

Juliana: Depois que gastou todo o seu input, o que você pode fazer é “nessa situação, o que meu mentor faria?” É um norte, entendeu?

Simone: Na verdade você está produzindo o seu “olhar do espectador”, está se distanciando da emoção para pensar melhor.

Alicia: E a sacada é que, com essa pergunta, você entra naquela linha mental, naquela estação daquela pessoa, daquela linha de ideias.

Fernanda: É legal quando você está em alguma situação específica, você pode eleger representantes específicos para cada situação. Por exemplo, financeiro. Para mim, X pessoa é o que representa o que acredito, e eleger um para cada área da vida. Daí outro passo é você pensar em qual seria a opinião de todos eles em relação a um assunto. Enxergar a mesma coisa por “N” possibilidades. E é aí que acontece a expansão da consciência.

Alicia: Que é a integração das escolas de saber. Outra forma de fazer isso na psicologia de pontos fortes, por exemplo, você tem uma meta, algo a fazer. Daí você pegar os seus talentos e pensar como utilizá-los na resolução. Daí você faz a roda dos talentos para conquistar tal meta, e faz uma ação para cada talento.

Rene: Acho que essa conexão mental que você fala de fazer especificamente com alguém é um plano, mas depois para estabelecer de verdade a comunicação é um outro passo, já bem mais distante.

Larissa: O General fala desse passo a passo.

Rene: Sim, ele falou que o primeiro passo era sintonizar, que é o mais fácil, você pode utilizar o método que quiser e que depois afunila na hora de fazer a conexão. Aí você faz a conexão e depois precisa dar o próximo passo que é a comunicação, a hora que começa a troca de informação bidirecional. Então acho que só você mentalizar não resolve, entendeu? Ainda mais pegando meu exemplo no hospital. Pegar alguém que não está bem, não adianta falar o que o cirurgião tal faria, entendeu? Porque não conecta ali. Então preciso achar um jeito de relaxar, aumentar minha vibração, me inspirar, fazer promessa (risos), para estabelecer a comunicação.

Juliano: O que o Sérgio Felipe faria? (risos)

Rene: É! Na emergência (PS do Hospital) isso não dá certo.

Alicia: Mas a informação está lá no mundo das ideias, não é de ninguém. Talvez uma forma de se conectar com ela seja individualizando e falando o nome de alguém.

Larissa: Mas essas informações teriam o mesmo nível vibracional?

Alicia: Não. Uma coisa é você se elevar, né, eu entendo o “se elevar” e o “vou me concentrar e focar na minha consciência”, mas eu penso que a informação que você precisa acessar, ela não tem um detentor, senão está tipo na nuvem.

Rene: Na última reunião o General falou que se a egrégora não tiver capacidade, não consegue nem passar a informação para baixo, que não precisa nem de censura, então existe uma censura vibratória nas informações.

Fernanda: Mas que a gente que dá. Se eu quiser acessar uma informação da “vibração Y”, por exemplo, tenho que ficar compatível para que esse acesso seja possível.

Rene: Você está entrando no campo da conexão, é o que estou falando. Quando você passou da sintonia e já está indo para o próximo passo, o da conexão, que nem sempre é fácil. Essa parte tem que ser explorada.

Juliana: Acho que o Rene está falando da questão da mediunidade, né?

Rene: Não necessariamente. Acho que existem informações que você não vai acessar dependendo do seu nível de vibração.

Simone: A chave para você acessar é mais produzir uma emoção, um sentimento, né?

Fernanda: Acho que o Rene está dizendo que tipo, a vibração que quero acessar está num eixo, tipo 1, e eu estou vibrando no -2. A do Chico Xavier está no 5, Jesus está no 30. Eu, como -2, por mais que me prepare, consigo chegar na vibração 0 ou 1, então não vou conseguir essa comunicação com quem está lá no número 5.

Alicia: Mas o que você está dizendo e, por exemplo, o Félix está aprendendo Matemática, soma e subtração de 0 a 10. E eu olho aquilo e vejo “aí está tudo”. Para ele é só de 0 a 10 e eu sei que é o básico, mas aí está tudo que ele vai precisar. Ele vai entender tudo fazendo de 0 a 10. Então quando acessamos o 0, ali pode estar tudo, pelo princípio de correspondência.

Fernanda: Então não é nem limite individual ou coletivo.

Alicia: É o limite de compreensão daquele momento. Então, o Félix com 7 anos está no limite de compreensão dele, e eu olho e falo “aí está tudo”.

Rene: Mas eu acho que, do mesmo jeito que quando você vai fazer uma prova, precisa ter um grau de preparo e concentração etc, porque senão não vai conseguir dizer que, independentemente dessa parte, você vai conseguir acessar a informação porque está tudo ali disponível. Tem um preparo mental necessário para sintonizar com a informação e fluir.

Larissa: Preparar o instrumento.

Alicia: Sim, com certeza. Mas também penso que você estará apto a ver a informação, a percebê-la. É ter olhos em terra de cegos. Ter olhos para ver a roupa do rei que não existe, porque chegou naquele momento. Por exemplo, a informação para fazer a prova está ali para todo mundo.

Rene: Eu entendi, acho que estamos falando da mesma coisa. É que você está falando dos campos e da informação e dos potenciais, e eu estou falando do modo, da maneira como isso acontece.

Alicia: Sim, acho que estamos. O que eu percebo é que, por aí, você pode passar batido por algo se ainda não estiver apto para reconhecer. Tipo a galera que não via que o rei estava nu. Os índios que não viam as naus.

Simone: É totalmente inconcebível, né, para aquela consciência, aí passa batido.

Fernanda: Mas eu também acho que existe uma hierarquia, Rene, como você diz.

Rene: Com certeza, de capacidade vibratória.

Larissa: Então, mas pegando esse gancho que estão falando, dos índios que não entendem as naus. Se a gente não souber, não vai conseguir entender? Tipo, índios não entendem as naus porque isso não faz parte do universo simbólico deles. A gente precisa expandir o nosso, de alguma forma, para poder captar.

Juliana: Nesse caso, o pajé sentia. Ele não entendia, mas ele sentia que havia algo estranho. Então ele começa a tocar a fronte de cada um dos índios e cada um começa a ver.

Simone: Mas esse expandir, de repente, é espiritual, porque o Chico não entendia muitas coisas que escrevia. Ele tinha o ensino fundamental, mas a vibração de amor que o cara chegou de amor era tão poderosa que varou o campo mental.

Larissa: Então, por isso que o General falou lá na outra reunião que o StarLanguage é uma linguagem de campo, porque ela faz parte daquele primeiro estágio, de sintonia. “Adentra o campo com a ferramenta que você quiser”.

Rene: É, várias ferramentas de sintonia que afunilam a conexão.

Alicia: Simone, para a transcrição: depois que você falou, me veio à mente que tenho que procurar no meu diário espiritual de 2015 um exercício de visitação, de deslocamento do foco consciencial para passar para geral.

Rene: Quando fiz o exercício dos tentáculos, imaginei um indo para a Larissa e um para a Simone. E foi bem engraçado, porque comecei com a Larissa e dava uma impressão de ver tipo uma lava incandescente escorrendo, descendo uma escada. Depois, do lado da Simone parecia uma névoa branca, meio rosada, tipo aquelas fumaças de boate, sabe? (risos)

Juliano: Ela é a pessoa que está escrevendo as apostilas do Círculo, está numa brisa ectoplásmica! (risos)

Larissa: Engraçado, fiz o mesmo exercício e, quando me conectei com o seu lado, senti que tinha tomado Red Bull, sem brincadeira! Uma quantidade de energia absurda.

Rene: Foi tudo simbólico. Eu vi tipo leite como se fosse aquela expressão de leite derramado do lado da Simone, e daí misturou tudo. No meio da névoa branca, quando puxei pro lado da Larissa de novo, saiu tipo um foguete do meio da névoa. Daí era para conectar com todo mundo e pensei “bom, vamos para outro lugar” (risos).

Larissa: Senti a gente como uma árvore bem grande.


General (psicofonia Juliano): Gostaria de enfatizar apenas um aspecto que nós tratamos no nosso último encontro, que diz respeito à responsabilidade que cada um tem no desenvolvimento da própria autonomia. Como eu expliquei – e não temos qualquer predileção, não há queridinhos – todos foram dotados de extremas habilidades, de características únicas que aportam e contribuem para a formação do grupo. Mas um grupo mediúnico, um grupo de trabalhos espirituais de caráter científico como este se propõe precisa se concentrar no desenvolvimento da autonomia individual. Um grupo desse (quando é) bem sucedido, são as autonomias que se somam. Não há interdependência, há colaboração. Percebam, é diferente.

O exercício da exoconsciência acontece a partir do momento em que cada um, assumindo a sua individualidade, sua responsabilidade e a sua autonomia, aporta no grupo. Não depende do grupo, nós fazemos questão de utilizar diversos veículos e de falar através da boca que esteja disponível para que se perceba que não há, não deve haver vínculo de dependência. O grupo bem sucedido é o resultado da soma de autonomias, maturidades e responsabilidades. Quando isso se consolida em cada um de vocês, o trabalho de colaboração do grupo avança anos luz no seu desenvolvimento.

Por isso é tão importante e nós estimulamos, participamos com muito entusiasmo e alegria quando vemos vocês arriscando a autonomia do próprio pensamento, trocando ideias e falando como se fossem filósofos numa acrópole. Coisa bonita de se ver. Se olharem, 5 anos atrás era um bando de perdidos! (risos) Não sabiam de nada na vida. Completamente perdidos. E vejam que maravilha agora, não é? A fumaça da Simone pegou todo mundo (risos)! Agora está todo mundo na mesma brisa! E isso é uma maravilha de se ver, é a grande riqueza da cocriação, quando enxergamos a colaboração multidimensional mas, como foi muito bem dito por vocês, partindo do plano de vocês.

Cocriação parte da colaboração já estabelecida aqui na dimensão física e que se estende para além, lança seus tentáculos, suas raízes, seu cipó, fio dental, pense o que quiser, mas o importante é que se entenda que o que se estabelece aqui ressoa no que está em cima, assim como o que está em cima ressoa no que está embaixo.

Aliás, essa imagem, apesar de ser muito didática, porque Hermes era muito didático mesmo, não pode incutir em vocês um sentimento de inferioridade por estarem embaixo. É apenas uma correspondência, mas não se coloquem para baixo nesse sentido, porque é tão válido e precioso o que se discute na dimensão física como o que se discute na dimensão espiritual, mental. Em cada nível, em cada plano de correspondência há a sua riqueza. Então, não se menosprezem por isso e não se coloquem em situação de veneração de sempre perguntar “o que ele faria”. O que você faria? É a última pergunta e a mais importante porque é a pergunta que coloca em movimento. E dizer “ah, não sei o que eu faria”, bom, então pense o que faria se soubesse e faça! (risos)

Essa é a grande chave de acesso à sabedoria interior porque, no fundo, todos sabem exatamente o que fazer. Já está na memória, está registrado no íntimo de vocês, no aspecto mais transcendental do nosso ser. Já está registrado no nosso código existencial aquilo que precisamos fazer, as atitudes, a força existencial, nossa energia e força de agir. O caminho para isso é se amar, se reconhecer e se valorizar. Por isso digo, não considerem o “embaixo” como inferior. Considerem, sobretudo, a grande cooperação entre planos, onde todos somos chamados a contribuir.


Olívia (psicofonia Juliana): Estejam com os pés na Terra, se alimentem dos nutrientes dessa terra, desse plano material que estão. Vocês têm muito conteúdo. Sabiam que as árvores se comunicam através de suas raízes? Então, a comunicação entre vocês é muito importante, tal qual é importante a comunicação aqui conosco. Não subestimem as suas raízes, utilizem todo esse ciclo, todo esse caminho que podem encontrar embaixo da terra e finquem suas raízes.

Tão importante quanto ter os pés no chão é também saber olhar para cima, para as estrelas. Imaginem como uma grande copa de árvore onde cada folha faz a troca. A troca do dióxido de carbono pelo oxigênio, vejam que símbolo lindo.

Sejam capazes, queridos, e saibam que quanto maior é a raiz de uma árvore, maior é a sua copa. Existe uma correspondência: quanto mais embaixo, mais em cima, e quanto mais dentro, mais fora. Apeguem-se a este símbolo e sejam essa árvore frondosa que dá sombra, oxigênio e é conectada a todas as outras irmãs e, quando precisa, pede auxílio para ser nutrida e cuidada. Não há nada vergonhoso em ser cuidado porque todos somos um só. Quando um está doente, todos estamos. A cooperação é sobrevivência, e convivência.


Simone: Me veio uma frase, não sei se faz sentido: “o sentido é o parâmetro da dimensão do tempo de domínio do nosso alcance”. Enfim… (risos).

Alicia: A direção que você imprime em uma ação que realiza, é o sentido.

Juliano: Me veio a palavra “sentimento” entre sentido e parâmetro. “O sentido e o sentir são o parâmetro…”

Rene: É bem comum falar que as conexões não são feitas pelo mental, né, são feitas pelo cardíaco. Você não tem que imaginar, e sim sentir aquilo que quer realizar. Talvez, para você se conectar com o arquétipo de alguma pessoa, algum ser que queira extrair informação, talvez precise se sentir na presença dele, se sentir com ele, não só imaginar.

Alicia: Coloquei um “like” nesse seu comentário! Eu vejo a imagem de um domo, como o da mesa, só que muito maior. Ele envolve a gente, o prédio, a cidade, a serra.

Juliano: Que cor?

Alicia: Dourado a branco.

Juliano: Eu estava vendo estrutura branca, meio azulada. Me lembrava um pouco o aeroporto de Madrid. Mas não sei se era um domo. Uma sensação de estar dentro dessa estrutura. Não, sei, uma sensação meio anuviada, assim. Deve ser a fumaça da Simone.

Rene: É a fumaça da boate da Simone! Chama “A Nave” (risos).

Juliana: Eu vi a imagem do domo no início como se estivesse funcionando como um portal.


Grupo faz exercícios para envio de energia de cura. Encerramento da reunião com agradecimentos

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