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Amor, Ordem e Progresso

Nesta #aulaaberta Ricardo Cury contou um pouco de sua história pessoal de expansão da consciência e como chegou ao movimento Amor, Ordem e Progresso.

A história do Brasil carrega consigo uma vivência de muita violência, por parte dos colonizadores com os povos que aqui já habitavam. O ódio e o abuso de poder se espalharam para outras parcelas da sociedade – por exemplo, para a população negra e comunidade LGBT – e, também, para os animais e reinos da natureza.

Essa carga pesada causa uma desordem que nos impede de crescer, sobretudo no plano consciencial. Por isso, precisamos refletir sobre o nosso relacionamento com aqueles que estavam aqui antes e com a mãe natureza, e resgatar a gratidão e a reverência à ancestralidade.

“Ordem e Progresso” é a frase que se encontra na bandeira nacional e um símbolo que rege inconscientemente o Brasil. O lema foi adaptado da frase de Auguste Comte, principal representante da corrente filosófica positivista: “O Amor por princípio e a Ordem por base. O Progresso por fim.” A essência da expressão era propor a evolução da sociedade de forma organizada.

A união dessas três palavras faz muito sentido: com amor, conseguimos ter ordem e com ordem temos progresso.

Contudo, é curioso perceber como o Amor foi excluído da símbolo nacional. Podemos observar que o individualismo se alastrou no país e dificultou o processo de amar e de se reconhecer. Urge, então, a necessidade de olhar para as nossas sombras e de liberar as formas antigas de nos relacionarmos. Pergunta a si mesmo: eu consigo viver o Amor em todas as áreas da minha vida? Para colocá-lo em prática, precisamos mudar a forma como pensamos, o que falamos, fazemos e consumimos.

Vivemos um karma de destruição, portanto, agora, o propósito deve ser a preservação. Precisamos ser guardiões, amar essa terra e cuidar dela. Um Brasil símbolo de amor eterno, iluminado ao sol de um Novo Mundo, é a missão da nação.


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