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Como cocriamos o conceito do III Congresso do Círculo

Quem acompanha o Círculo sabe que já realizamos dois congressos. O primeiro, em 2018, em São Paulo, foi mais reservado com os primeiros alunos da escola. O segundo, em 2019, já foi maior reunindo quase mil pessoas por ocasião da Data Limite. Em 2020 não tivemos o evento em função da pandemia e, agora, em 2021, optamos pelo formato online porque é mais seguro e podemos cumprir todos os protocolos para os palestrantes e demais convidados.

Com o tema Cocriação Exoconsciente para uma nova sociedade, vamos, no dia 3 de julho, pela plataforma do Círculo, propor uma reflexão profunda sobre como a humanidade chegou até aqui e porque somos desafiados a imaginar a sociedade do futuro.

Entendemos que o termo “uma nova sociedade” é importante, primeiro porque não sabemos quando a pandemia vai acabar, mas estamos formando a nova sociedade para o mundo de regeneração. E entendemos que exoconsciência é a ferramenta para colocar nossa sensoperceção a serviço do bem coletivo.

Não é mais apenas a visão de mediunidade circunscrita ao ambiente religioso, mas de que nossa percepção pode e deve estar direcionada para produzir melhorias e inovações para a sociedade humana. Quem vai construir o novo mundo somos eu e você, no desenvolvimento da nossa capacidade de cocriação com seres e humanidade multidimensionais.

Como escola filosófica, temos a consciência de que estamos preparando a democracia do amanhã, na medida em que preparamos cidadãos exoconscientes. Então precisamos equilibrar uma espiritualidade que nos leva para frente, mas que também nos faz colaborar com questões sociais para quem precisa agora. Por isso o ingresso é solidário, e nosso compromisso é doar uma cesta básica a cada ingresso vendido para as obras da Casa do Consolador, em São Paulo.

Você já olhou com atenção para a imagem de identidade visual da campanha do III Congresso?  O que você sente olhando para os elementos?

Pois agora vou te contar como cocriamos essa ideia, que foi um trabalho em equipe aqui no Círculo, entre encarnados e desencarnados.

A ideia foi colocar a pirâmide no centro como um símbolo que integra nossa história como humanidade. A pirâmide evoca a geometria sagrada, as civilizações de Atlântida e a sabedoria egípcia. Na imagem da campanha, a pirâmide aparece como um prédio moderno, misturando verde e vidro, canalizando energia cósmica e distribuindo. Ao redor dela, se forma um circulo de luz. Ao fundo, no horizonte, você vê a cidade e nossa sociedade. A nave, representa os seres multidimensionais.

Essa pirâmide, símbolo do antigo e do novo, da sabedoria das escolas filosóficas, de tantas propostas, está centralizada, mas apontando para o futuro. É uma maneira de a gente honrar o passado e enxergar o futuro, trazendo um “cheiro” de mundo de regeneração. Um mundo que integra energias cósmicas, mas também traz sustentabilidade, conceito de suficiência, fraternidade, mostra que a nossa sociedade pode avançar. E essa intermediação entre a energia cósmica e a realização no planeta é função nossa, de seres humanos exoconscientes.

E por que estamos nesse momento propondo essa reflexão?  Porque a realização plena do seu potencial natural é que vai colaborar para a construção de uma nova sociedade. Mas não é uma realização sob pressão, é como dizemos aqui no Círculo, de boa e no fluxo.

Sempre avanti! Che questo è lá cosa piú importante!

Juliano Pozati


Se quiser, também explico tudo isso nessa live que fiz sobre o congresso:

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