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Dra. Mônica de Medeiros: Saúde e Exoconsciência

A exoconsciência é a capacidade que temos de transcender quem somos hoje”

Em mais um #PapoSolto com os palestrantes do III Congresso do Círculo, evento online que acontece dia 3 de julho, a conversa agora foi com Dra. Mônica de Medeiros, médica com mais de 30 anos de experiência e uma das Fundadoras da Casa do Consolador, centro espiritualista em São Paulo, para o qual estão sendo doadas cestas básicas a partir da venda de ingressos do Congresso. Dra. Mônica vai falar sobre Saúde e Exoconsciência e aqui ela adianta um pouco do que a ciência e o conceito de exoconsciência podem fazer para a evolução do ser humano.

CIRCULO – Estamos adentrando na era do espírito, anunciada por Emmanuel na obra de Chico Xavier, em que a verdade não é mais uma busca apenas das estruturas religiosas. Como você vê o papel da exoconsciência nesse momento da humanidade?

Dra. Mônica de Medeiros – A exoconsciência é a capacidade que temos de transcender quem somos hoje, porque, com certeza, o que somos amanhã já está aqui também. Temos que acreditar na lei da evolução, porque ela é certa, correta, não tem como se furtar dessa verdade. E a expansão da consciência vai trazer essa verdade a cada vez um número maior de pessoas.

Quando Jesus falou “vocês farão o que eu faço e muito mais”, ele estava dizendo a mais pura verdade. Ele expandia a consciência de todo mundo e curava porque expandia a consciência. O que ele veio ensinar foi a autocura. Se libertar dos grilhões que carregamos sobre as nossas próprias conceituações, de nos colocamos no centro do universo.

Quando a gente fala em exoconsciência, ela tem que começar necessariamente pelo autoconhecimento, o que é muito difícil. Se a gente sair dessa encarnação com uma noção de quem somos, já está ótimo, e isso nos faz entender que nosso corpo é o mata-borrão da alma e que ele nos devolve exatamente o que a gente dá para ele.

CIRCULO – Na prática da medicina, como a saúde está ligada ao conceito de exoconsciência?

Dra. Mônica de Medeiros – Veja um exemplo, a ansiedade está na raiz da enxaqueca. A gente não sabe bem o que é a enxaqueca ainda, mas sabemos que a ansiedade está relacionada com ela. Porém, podemos ter a ansiedade ruim e a boa. Se eu vou para uma entrevista de emprego, em que preciso muito, e se eu vou num show de um artista que sempre sonhei em ver, em ambos os casos vou sentir ansiedade, correto? É o mesmo sentimento, provém com a mesma força, mas deflagra diferentes substâncias no cérebro.

Um deles, no caso do show, deflagra em nós os neurotransmissores noradrenalina, adrenalina e dopamina; já no caso da ansiedade pela entrevista do emprego, o corpo recebe noradrenalina, adrenalina e cortisol. O gatilho é o mesmo, mas um pode te jogar no labirinto da enxaqueca. É a mesma alma, o mesmo sentimento, mas deflagra coisas diferentes no corpo. Isso porque a energia quântica de um deles é o medo (de não conseguir o emprego que precisa) e o outro, a energia quântica é a do prazer (de estar num show que queria muito).

CÍRCULO – A ciência atual trabalha com processos de autocura?

Dra. Mônica de Medeiros – Sabemos que em países da Europa, em especial Holanda e na Rússia, estão criando escolas e fazendo experimentos com cientistas, que na verdade são paranormais. Eles pegam uma cientista que conhece a molécula da dopamina, por exemplo, e então quando ela começa a cair em tristeza, ela mentaliza a molécula da dopamina e induz a produção no próprio corpo. Ela não acredita em espíritos, em eternidade, a vida para ela é uma caixa tridimensional, mas ela consegue trabalhar com os próprios átomos em um nível de molécula e tecidual (neurônios) para o resultado, porque ela tem uma noção de si mesmo.

Por isso digo que se sairmos dessa encarnação com uma noção de nós mesmos já começamos a consegui eliminar os entraves, e as doenças são entraves, tanto as doenças psíquicas, como as físicas, que são o estágio final de uma moléstia que cristalizou a energia parada em nós.

CÍRCULO – Como está nosso caminho para uma nova sociedade baseada na fraternidade?

Dra. Mônica de Medeiros– Neste momento sinto que estamos sendo separados como nunca fomos. Temos um grupo de pessoas absolutamente avestruz, com a cabeça na areia; e outro com pessoas altamente sintonizadas com o que deve ser feito.

Existem pessoas que não têm condição mental de evoluir. A energia quântica delas não permite que elas olhem além do próprio umbigo, estão fixos no prazer da cintura para baixo. E em outra faixa, no extremo oposto, temos o altamente antenados, usando esse período terrível que estamos vivendo para crescer e ajudar o meio, os animais, as plantas e os humanos. Eu não pensei que fossemos ver pessoas desmaiar de fome como temos visto na fila para cesta básica na Casa do Consolador.

Existe um fluxo energético intenso chegando a Terra, mas tem gente que só consegue pegar a estática, outros conseguem sintonizar e ouvir a sintonia. Mas alguns ainda precisam de mais um prazo para acordar e perceber que o hoje é bárbaro, mas não é tudo. Muitas pessoas não percebem que cada escolha gera uma consequência.


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