Tipologias de naves e diferentes civilizações

Seguindo nossa série sobre Ufologia no Acervo do General Uchôa, ainda no âmbito da casuística, alguns documentos trazem os diferentes tipos de naves e seres extraterrestres. O formato dos objetos voadores e a aparência física dos seres sempre foram e ainda são motivo de grande curiosidade do ser humano. Com base em testemunhos e fotografias, o General guardava a catalogava essas informações de diferentes pontos do planeta para estudar os fenômenos.

Destacamos aqui dois desses documentos com detalhes. Neste cartaz é possível ver 28 desenhos de tipos e espécies diferentes de extraterrestres, descritos como desenhos de J.M Bigorne.

Neste outro cartaz, são 132 desenhos de formas de naves baseadas em testemunhos e fotografias, de pesquisa em Boletins Informativos, Revistas, Jornais e casos pesquisados pelo Grupo Independente de Objetos Voadores não Identificados – GIPOVNI, de Gravataí (RS). A fonte indica pesquisa e realização gráfica de J. Victor Soares.


Importante destacar que esses documentos datam da década de 1970 e sabe-se que hoje existem muito mais relatos e catalogações nesse sentido. Outro ponto importante é o foco nas características físicas dos seres e naves avistadas, sem entrar, neste momento, no mérito da evolução moral e consciencial de cada civilização.

A diversidade de seres e suas origens

Quando falamos na aparência de extraterrestre atualmente a primeira imagem que costuma vir à cabeça das pessoas é de seres verdes de cabeça grande, muito pequenos ou então muito altos.Isso porque são eles – os conhecidos como Grays ou Zeta Reticulianos – os mais retratados pelo cinema. Mas já temos conhecimento, essencialmente por relatos de contatados, abduzidos e médiuns canalizadores, dos Sirianos, Arcturianos, Nórdicos, Pleiadianos e muitos outros. A diversidade dos seres, suas origens e intenções foi assunto do General Uchôa em seu livro Mergulho no Hiperespaço, em que detalha suas experiências em Alexânia, como lemos neste trecho.

Começa que há um grande número de origens de seres que, como nós, vem procurando aproximar-se de vocês, humanos. E não todos com os mesmos propósitos e a mesma capacidade para promovê-los e alcançá-los. Qualquer resposta completa haveria que considerar a multiplicidade tão ampla de origens, resultando em uma imensa diversificação de tônica psicológica característica de cada um, condicionante dos fins a que se propõe. Posto isso, é óbvio atentar para que devemos falar do que nos compete, do que diz respeito a nós próprios, em conjunção apenas com seres também de globos mais distantes, extra solares, já por nós próprios contactados e que, aqui, estão com os mesmos propósitos de ajuda ao humano, propósitos que já dissemos haverem nos conduzido até aqui. Aliás, já foi dito que há uma verdadeira Política de Poder em torno do Globo de vocês, da humanidade de vocês, uma disputa de influência e domínio sutil, que se passa nesse plano menos denso, ainda não acessível ao humano.(…)” (Mergulho no Hiperespaço. pág. 127.)

Medindo os graus de contato

Ainda sobre contatos e avistamentos, é importante também citar J. Allen Hynek (1910-1986), astrônomo, professor e ufólogo norte-americano, que criou a escala de contatos de 0, 1°, 2° e 3° graus, mundialmente conhecida depois que Steven Spielberg a utilizou como nome de filme. O General Uchôa mantinha contato constante com Hynek e o convidava para eventos no Brasil.

A título de curiosidade, veja o que significa cada grau de contato na escala:

  • Contato de 0 grau – seriam os avistamentos de luzes à grandes distâncias;
  • 1° grau – avistamento de objetos voadores não identificados pelos homens;
  • 2° grau – avistamento junto com outros fenômenos, como marcas deixadas no local, catalepsia, mudança de temperatura, interferências no meio e nas percepções pessoais, bem como marcas de círculos deixados no chão;
  • 3° grau – avistamento de objetos voadores junto à uma entidade (seres), com ou naves, ou uma comunicação.

Hynek fez a escala até o 3° grau, mas, após, outros pesquisadores já criaram subdivisões e existem escalas com outros graus para casos de abdução, contatos e comunicação constante.

Na próxima matéria vamos trazer casos de contatos e avistamentos com repercussão na mídia brasileira e que foram registrados e guardados pelo General em seu acervo pessoal.


Leia as matérias anteriores da série:

1 – Ufologia e o legado brasileiro do General Uchôa
2 – Um olhar para a ufologia casuística


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